Expectativa era de que houvesse uma flexibilização na quarentena para incentivar o comércio da cidade
Governo de SP mantém Ribeirão Preto na fase amarela
O governo de São Paulo decidiu manter todas as regiões do estado na fase amarela do Plano São Paulo até 4 de janeiro. A decisão frustrou comerciantes e industriais de Ribeirão Preto, que esperavam avançar para a fase verde.
Críticas à decisão governamental
Dorival Balbino, presidente da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (ACIRP), criticou a decisão, alegando que os números da região justificariam a transição para a fase verde. Ele apontou que a capital paulista, e não o interior, apresenta problemas de ocupação hospitalar. Paulo César Garcielópez, presidente do Sincovarpe (Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto), compartilha da frustração, destacando que os indicadores de COVID-19 locais são positivos e permitiriam o avanço de fase. Ambos concordam que a manutenção na fase amarela, com restrição de horário, prejudica o comércio local.
Expectativas para o Natal e funcionamento do comércio
Apesar da insatisfação, há um certo alívio por Ribeirão Preto continuar funcionando, mesmo que com restrições de horário (10 horas diárias). A expectativa é de que o comércio recupere as perdas da pandemia durante o Natal, impulsionado pelo aumento da circulação de dinheiro na economia, incluindo o pagamento do 13º salário. Os estabelecimentos de alimentação podem funcionar até 22h, com 40% da capacidade, assim como comércios de rua, shoppings e salões de beleza. Aulas presenciais continuam, mas eventos com público em pé permanecem proibidos.
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Apesar das críticas e frustrações, a manutenção na fase amarela permite a continuidade das atividades comerciais em Ribeirão Preto, gerando expectativas positivas para as vendas de Natal e a recuperação econômica da região. A expectativa é de um aumento nas vendas em comparação ao ano passado, impulsionado pelo maior volume de recursos financeiros disponíveis para os consumidores.



