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Entre os dias 15 e 31 de maio, 22 francanos morreram à espera de um leito de internação

Vítimas estavam sendo assistidas no PS Álvaro Azzuz; hoje 55 pacientes estão regulados e aguardam vaga
leitos hospitalares
Vítimas estavam sendo assistidas no PS Álvaro Azzuz; hoje 55 pacientes estão regulados e aguardam vaga

Vítimas estavam sendo assistidas no PS Álvaro Azzuz; hoje 55 pacientes estão regulados e aguardam vaga

Franca enfrenta grave crise hospitalar com aumento de mortes por falta de leitos.

Mortes na espera por transferência

De acordo com informações divulgadas pela assessoria de imprensa da prefeitura de Franca, 22 pessoas morreram entre os dias 15 e 31 de maio enquanto aguardavam transferência de leitos em hospitais da região. Com 100% dos leitos ocupados desde o início de maio, o pronto-socorro municipal está em colapso.

Situação crítica no pronto-socorro

A situação é alarmante: atualmente, 55 pacientes aguardam transferência, sendo 42 com urgência por leitos de UTI. A prefeitura busca alternativas, como a reativação de um hospital de caridade com 50 leitos de enfermaria, mas enfrenta entraves judiciais relacionados ao contrato.

Lockdown e fiscalizações

Apesar do lockdown e medidas restritivas, o isolamento social em Franca permanece baixo, com apenas 43% de adesão. A fiscalização é constante, com fechamento de estabelecimentos irregulares e interrupção de festas clandestinas. Mesmo com redução no movimento nas ruas, a prefeitura apela para que a população permaneça em casa.

A situação em Franca demonstra a gravidade da crise sanitária e a necessidade de ações urgentes para conter o avanço da Covid-19 e garantir o acesso à assistência médica.

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