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Entrega da UPA do Quintino Facci II é adiada novamente

Prazo da obra, que custará R$ 3,6 milhões, é estendido pela terceira vez em dois anos
UPA Quintino Facci II
Prazo da obra, que custará R$ 3,6 milhões, é estendido pela terceira vez em dois anos

Prazo da obra, que custará R$ 3,6 milhões, é estendido pela terceira vez em dois anos

A construção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Quintino Face 2, em Ribeirão Preto, enfrenta mais um capítulo de atrasos e aumento de custos, gerando insatisfação na comunidade local. Prevista inicialmente para maio de 2015, a entrega da UPA foi adiada por três vezes, impactando diretamente o acesso à saúde da população.

Atrasos e Custos Crescentes

O projeto, que tinha como objetivo inicial suprir a demanda por atendimento médico no bairro, sofreu sucessivos adiamentos. Após a primeira data de entrega não ser cumprida, a administração municipal estabeleceu janeiro do ano corrente como novo prazo. No entanto, a promessa não se concretizou, e a previsão mais recente, para abril, também não será cumprida. Além dos atrasos, o orçamento inicial de R$ 3,5 milhões sofreu um acréscimo de R$ 153 mil.

Falta de Gerenciamento e Fiscalização

Cláudia Passador, especialista em administração pública da USP, aponta para a falta de gerenciamento por parte do poder público como a principal causa dos problemas. Segundo ela, a fiscalização inadequada do contrato e a má elaboração do termo de referência contribuem para a demora na conclusão da obra. A especialista ressalta que a população é a mais prejudicada, pois fica privada de um serviço essencial.

Reclamações da População

Moradores do Quintino Face 2, como José Ferreira Rocha e Sônia Matos, relatam a superlotação e a falta de estrutura na Unidade Básica de Saúde (UBS) existente. As longas filas e o tempo de espera para atendimento são constantes, evidenciando a necessidade urgente da UPA. Lúcia Helena Borges, comerciante local, questiona a prioridade da construção da UPA, defendendo a contratação de mais profissionais de saúde para atender a demanda existente.

A persistência dos atrasos na entrega da UPA do Quintino Face 2 levanta questionamentos sobre a gestão de obras públicas e o impacto na qualidade de vida da população local.

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