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Entulho de construção, lixo doméstico… área na Vila Elisa é usada para despejo irregular de materiais

Segundo moradores o problema existe há mais de 20 anos; terreno fica na esquina das ruas Cajuru e Taubaté, ao lado do aeroporto
despejo irregular de materiais
Segundo moradores o problema existe há mais de 20 anos; terreno fica na esquina das ruas Cajuru e Taubaté, ao lado do aeroporto

Segundo moradores o problema existe há mais de 20 anos; terreno fica na esquina das ruas Cajuru e Taubaté, ao lado do aeroporto

Há duas décadas, um ponto na zona norte de Ribeirão Preto, próximo ao Aeroporto Leite Lopes, transformou-se em um lixão a céu aberto. A sujeira acumulada em dois grandes montes já invade a rua, prejudicando o trânsito e causando transtornos aos moradores e comerciantes locais.

Lixão na Vila Elisa: Montanhas de Lixo e Ameaças

Localizado na esquina das ruas Talbate e Cajuru, na Vila Elisa, o lixão fica a apenas um quarteirão da Avenida Brasil, próximo a empresas e à pista do aeroporto. O acúmulo de lixo, com aproximadamente 4 metros de altura e 50 metros de comprimento em um dos montes, e 3 metros de altura por 20 metros de comprimento no outro, é composto por entulho, materiais recicláveis, lixo doméstico e até mesmo materiais queimados, criando um ambiente insalubre e propício à proliferação de doenças.

Riscos à Saúde, Segurança e Infraestrutura

A situação vai além do acúmulo de lixo. A invasão do asfalto pela sujeira dificulta o trânsito, especialmente em dias de chuva, transformando o local em um lamaçal. O problema de segurança também é grave, com relatos de furtos em estabelecimentos comerciais próximos devido à presença de usuários de drogas que se escondem no matagal. A queima constante do lixo agrava a situação, gerando fumaça e um forte odor.

Medo e Impunidade

Moradores e comerciantes temem represálias ao denunciar a situação, relatando ameaças por parte daqueles que descartam lixo irregularmente. A falta de ação da prefeitura, apesar de declarações de limpeza periódica, é evidente. A situação se agrava pela falta de fiscalização e o abandono dos terrenos pelos proprietários, que esperavam desapropriação para ampliação do aeroporto, o que não ocorreu. A limpeza parcial feita por empresários da região apenas ameniza o problema, não o resolve.

A dimensão do problema, a falta de visibilidade do local e a inércia das autoridades geram indignação e preocupação. A comunidade espera providências urgentes para solucionar essa situação de abandono e risco público.

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