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Epidemia de dengue começa a afetar as crianças na região

Preocupação maior é com os pacientes que são infectados pela segunda vez; infectologista Sílvia Fonseca traz orientações
dengue em crianças
Preocupação maior é com os pacientes que são infectados pela segunda vez; infectologista Sílvia Fonseca traz orientações

Preocupação maior é com os pacientes que são infectados pela segunda vez; infectologista Sílvia Fonseca traz orientações

A dengue tem se mostrado uma doença preocupante, com aumento significativo de casos graves em diversas cidades brasileiras. Em Ribeirão Preto, as autoridades municipais estão em alerta devido ao número de casos graves. Bebedouro registrou três mortes por dengue, com outras duas sob investigação. Em Batatais, a primeira morte por dengue foi confirmada recentemente, e Brodosque também enfrenta um aumento no número de casos e mortes pela doença.

Casos de Dengue em Crianças

A médica infectologista pediátrica Dra. Silvia Fonseca alerta para o aumento de casos de dengue em crianças, muitas vezes com internações necessárias. A segunda infecção costuma ser mais grave, e os pais podem não identificar a doença imediatamente, confundindo os sintomas (febre, mal-estar, vômitos, diarreia) com viroses comuns. A Dra. Fonseca destaca a importância da atenção aos sintomas, como febre, incapacidade de ingerir líquidos, vômitos, dor abdominal e apatia.

Sintomas e Sinais de Alarme

A médica explica que, em crianças, os sinais de alarme da dengue grave incluem apatia, recusa em se alimentar ou beber líquidos, choro excessivo, e sangramentos espontâneos (nariz, boca, urina, fezes, manchas na pele). Em crianças maiores (12-13 anos), sintomas como tontura, dor abdominal intensa e vômitos persistentes também indicam gravidade. A Dra. Fonseca enfatiza que a desidratação é um risco significativo, podendo exigir internação e soro na veia. A dengue grave pode ser fatal, mesmo sem sangramento evidente.

Prevenção e Cuidados

A prevenção é crucial. A Dra. Fonseca reforça a necessidade de atenção aos sintomas e busca imediata por atendimento médico ao surgirem sinais de alarme. A hidratação adequada é fundamental, e a automedicação deve ser evitada. A médica também destaca a importância da prevenção da proliferação do mosquito Aedes aegypti, limpando quintais e varandas para evitar a formação de criadouros.

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