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Equipe de prevenção de incêndios realiza ações na Mata Tereza

Há três anos uma queimada destruiu boa parte da reserva natural
prevenção de incêndios
Há três anos uma queimada destruiu boa parte da reserva natural

Há três anos uma queimada destruiu boa parte da reserva natural

O tempo seco mantém em alerta a brigada de incêndio da Mata de Santa Teresa, em Ribeirão Preto. Em 2014, a floresta sofreu um grave incidente, com 98 hectares destruídos por queimadas – área equivalente a quase 100 campos de futebol. O desastre resultou na perda de diversas espécies nativas.

Prevenção e Recuperação

Para evitar novos desastres, o almoxarifado da estação ecológica foi equipado com material anti-incêndio, incluindo luvas, macacões, máscaras e capacetes. Desde o início das investigações, medidas preventivas foram tomadas, como a construção de aceiros (faixas de isolamento) e a capacitação de brigadistas. De 2014 até o momento, não houve registro de novos incêndios na área, graças a essas ações.

A Vegetação e os Desafios da Recuperação

Embora não haja mais incêndios, a vegetação apresenta problemas. Uma perícia realizada pela Secretaria do Meio Ambiente apontou uma pobreza na vegetação, com o crescimento excessivo de cipós e trepadeiras, espécies oportunistas que se proliferaram rapidamente após o incêndio, prejudicando a regeneração da mata nativa. A gestora da estação ecológica, Alessandra Pimesi, explica que será necessário um trabalho de manejo e controle dessas espécies, incluindo plantio de mudas e condução da regeneração natural.

Projetos para o Futuro

Para auxiliar no combate a futuros incêndios, está prevista a instalação de uma torre de observação em uma caixa d’água até o fim do ano. Um projeto de recuperação ambiental, aprovado pela Secretaria do Meio Ambiente e CETESB, prevê o controle de trepadeiras e lianas, a regeneração da vegetação e o plantio de mudas, além de etapas de preparo do solo, combate a espécies exóticas e monitoramento. Estima-se que a recuperação completa da mata leve pelo menos 10 anos.

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