Nos últimos 30 dias, o preço subiu e o economista Diego Gali Alberto explica os impactos além da inflação
Os preços dos legumes dispararam nos últimos dias, impactando diretamente o orçamento das famílias brasileiras. Um levantamento da Seagesp apontou aumentos significativos em diversos produtos, com destaque para a mandioquinha, cujo preço praticamente dobrou.
Aumento generalizado
A alta não se restringiu à mandioquinha. A abobrinha passou de R$ 2,50 para R$ 2,73 o quilo, a batata-doce de R$ 3,50 para R$ 4,00, o brócolis de R$ 6,25 para R$ 7,50, o chuchu de R$ 1,50 para R$ 2,25, e a vagem de R$ 7,92 para R$ 8,33. Todos os preços são referentes ao estado de São Paulo.
Causas da alta
Para o economista Diego Gali Alberto, os aumentos vão além da inflação. A escassez na produção, muitas vezes devido a fatores climáticos como a seca que atingiu a região, força o transporte de produtos de locais mais distantes, encarecendo o custo final. A demanda e a sazonalidade também influenciam os preços.
Perspectivas futuras
A estabilidade dos preços depende de diversos fatores, incluindo a inflação, a demanda e as condições climáticas. O acompanhamento constante dessas variáveis é crucial para entender as flutuações e auxiliar o consumidor no planejamento do orçamento doméstico. Acompanharemos os preços e as percepções dos consumidores nos próximos dias.



