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Especial Cooperativismo: Você provavelmente já ouviu falar em cooperativismo, mas na prática sabe como ele funciona?

No mundo mais de um bilhão de pessoas são cooperadas; no Brasil, desde o primeiro marco, em 1969, o cooperativismo ganha corpo
Cooperativismo
No mundo mais de um bilhão de pessoas são cooperadas; no Brasil, desde o primeiro marco, em 1969, o cooperativismo ganha corpo

No mundo mais de um bilhão de pessoas são cooperadas; no Brasil, desde o primeiro marco, em 1969, o cooperativismo ganha corpo

O cooperativismo, tema do novo CBN.doc Especial, é definido como a atuação conjunta para um mesmo fim, baseada em contribuição, auxílio e colaboração. Sua origem remonta à Revolução Industrial, sendo formalizado em 1895 com a criação da Aliança Cooperativista Internacional (ACI).

Cooperativismo: um instrumento de organização social

Para Roberto Rodrigues, ex-presidente da ACI e ex-ministro da Agricultura do Brasil, o cooperativismo é um instrumento fundamental para o desenvolvimento das sociedades, sendo o braço econômico da organização social, em contraponto ao sindicato, que representa o braço político. Com mais de 1 bilhão de cooperados e 3 milhões de cooperativas ativas no mundo, o modelo demonstra sua força e abrangência.

Cooperativismo no Brasil: marcos legais e crescimento

No Brasil, a organização das cooperativas brasileiras (OCB), fundada em 1969, e a lei de 1971 que definiu a política nacional do setor, foram marcos importantes. A lei estabeleceu que as cooperativas brasileiras devem ser formadas por, no mínimo, 20 sócios, com processos de registro e estatutos definidos. A Constituição Federal de 1988 impulsionou ainda mais o setor, garantindo cinco artigos na Constituição Brasileira que tratam do cooperativismo, incluindo a sua independência em relação ao Estado.

Setores e perspectivas do cooperativismo

O cooperativismo brasileiro se divide em sete grandes ramos: agropecuário (o principal, intensivo em mão de obra), crédito (com grande crescimento após mudanças na legislação), saúde (regulado pela ANS), transporte (em expansão), consumo, infraestrutura e trabalho/produção de bens e serviços. Esses setores demonstram a vitalidade e a diversificação do cooperativismo no país, com potencial para ainda maior crescimento e impacto na economia nacional.

A trajetória do cooperativismo no Brasil, desde sua formalização até a sua consolidação como um importante pilar da economia, demonstra sua capacidade de adaptação e contribuição para o desenvolvimento social e econômico do país. A diversidade de setores e o contínuo crescimento indicam um futuro promissor para este modelo de organização.

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