Delegado aposentado Antônio Martins Fontes falou à CBN Ribeirão
O caso do desaparecimento e morte do menino Joaquim gerou grande comoção nacional e se tornou um dos temas mais debatidos nas redes sociais nos últimos dias. Em meio às investigações, o especialista em segurança e delegado aposentado Antônio Martins Fontes compartilhou suas perspectivas sobre o caso, focando nas possíveis motivações e na conduta do principal suspeito, Guilherme Longo.
A Natureza do Crime: Culposo ou Doloso?
Fontes levanta uma distinção crucial sobre a natureza do crime. Ele sugere que a morte de Joaquim pode ter sido resultado de um ato culposo, caracterizado por negligência, imprudência ou imperícia, sem a intenção direta de matar. No entanto, ele aponta que o desaparecimento do corpo do menino indica uma ação dolosa, ou seja, com intenção. Segundo o especialista, a remoção do corpo sugere um planejamento e uma tentativa de ocultar o crime.
O Papel de Guilherme Longo
Guilherme Longo, desde o início das investigações, emergiu como o principal suspeito no caso. As declarações de Fontes reforçam essa suspeita, ao analisar a sequência de eventos e a possível motivação por trás das ações de Longo. A remoção do corpo, na visão do especialista, é um ponto chave que aponta para a sua culpabilidade.
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A Condução da Investigação
Apesar da complexidade do caso, Fontes elogia a condução da investigação pelo delegado de polícia responsável pelo inquérito. Ele acredita que a decretação da prisão temporária de Longo, caso tivesse ocorrido mais cedo, poderia ter acelerado o processo de esclarecimento do crime. O especialista demonstra confiança de que a verdade sobre a morte de Joaquim será revelada em breve.
A análise do especialista oferece uma perspectiva valiosa sobre os aspectos legais e as possíveis motivações por trás desse trágico evento, contribuindo para a compreensão do caso e para o acompanhamento das investigações.



