Julgamento foi suspenso pela ausência de duas testemunhas; mototaxista Lucas Soares Gomes morreu enquanto fazia uma ‘corrida’
O julgamento de João Henrique Garcia da Silva, acusado de matar o mototaxista Lucas Soares Gomes e ferir o garupa Cleiton Rodrigues da Silva em 2015, foi adiado. O caso chocou Ribeirão Preto ao envolver um administrador de empresas que arrastou as vítimas por 50 metros na Avenida Patriarca.
Adiamento e Repercussão
O júri, marcado para as 10h30 do dia em questão, foi cancelado devido à ausência de duas testemunhas de defesa. A mãe de Lucas, Elida Soares da Rocha Gomes, expressou sua revolta e a dor da espera prolongada por justiça. A ausência das testemunhas gerou grande frustração na família, que teme novos adiamentos.
Testemunhas e Possíveis Consequências
O advogado de defesa, Daniel Pacheco, explicou que a falta de testemunhas importantes pode levar ao adiamento do julgamento. Ele esclareceu que, embora haja a possibilidade de punição para testemunhas que faltam sem justificativa, geralmente há motivos plausíveis para as ausências. No entanto, caso a ausência seja intencional, para atrasar ou tumultuar o processo, pode configurar crime de desobediência.
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Previsões para o Novo Julgamento
Apesar do adiamento, o advogado se mostrou otimista quanto à realização do julgamento em breve. Embora julgamentos dessa natureza costumem levar anos, este caso, já próximo da fase final, deve ser remarcado em poucas semanas ou meses, e não anos. A fase de preparação já foi concluída, restando apenas a definição de uma nova data para o júri.



