Alimentação errada, estresse e até a falta de sono aceleram a morte de células
Neurônios: da maturidade à perda acelerada
Começamos a vida com cerca de 100 trilhões de neurônios, atingindo a maturidade por volta dos 30 anos. No entanto, a partir dessa idade, inicia-se uma perda considerável, chegando a 12 bilhões de neurônios. A redução diária é estimada em 10 mil células, um processo que contribui para o envelhecimento cerebral.
Fatores que aceleram a perda neuronal
Hábitos pouco saudáveis, como tabagismo, consumo excessivo de álcool, sedentarismo, estresse, má alimentação e privação do sono, aceleram a morte celular. O cardiologista Marco Antônio Campos explica que o excesso de radicais livres, gerado por esses hábitos, danifica as células cerebrais, levando a doenças degenerativas como Parkinson e Alzheimer. Uma alimentação inadequada, sem os nutrientes necessários, agrava esse processo.
Prevenção e cuidados para a saúde cerebral
Para retardar a perda neuronal, a adoção de um estilo de vida saudável é fundamental. Uma alimentação equilibrada, rica em carboidratos complexos e proteínas de qualidade, aliada à suplementação com vitaminas, minerais, aminoácidos e antioxidantes, auxilia na neutralização dos radicais livres. Esses cuidados contribuem para um melhor funcionamento cerebral, retardando o envelhecimento e melhorando o desempenho cognitivo. A prevenção deve começar por volta dos 30 anos, com acompanhamento médico para avaliação individualizada e exames, se necessário.
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É importante ressaltar a necessidade de acompanhamento médico para avaliar a perda de células nervosas e definir a melhor estratégia de prevenção e tratamento. A combinação de hábitos saudáveis com a suplementação adequada, orientada por um profissional, pode auxiliar na preservação da saúde cerebral ao longo da vida.



