Ouça a coluna ‘CBN Mundo Digital’, com Patrícia Teixeira
O mundo digital se tornou uma febre. O Facebook, a principal rede social, a mais utilizada no Brasil e no mundo, tem tomado rumos que podem até ameaçar seu futuro. Será?
A Ameaça ao Reinado do Facebook
Alguns estudiosos da área de redes sociais, que acompanham o crescimento e o avanço da internet, têm apontado que o Facebook está com os dias contados. Alguns até especulam que ele não passará de 2020. É difícil de acreditar, considerando que o Facebook superou o Orkut e se consolidou como a principal rede social.
Segmentação: O Futuro das Redes Sociais?
Quando uma tecnologia muda, o comportamento dos usuários também se transforma. No passado, éramos adeptos do Orkut e não imaginávamos nossa vida sem ele. Com o tempo, o Facebook ganhou espaço e o Orkut foi gradualmente saindo de nossas vidas. O Orkut ainda existe e é utilizado para discussões e fóruns, mas por um grupo muito menor de pessoas.
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Hoje, vivemos na fase de mostrar o que pensamos e vivemos, compartilhando informações com nossos amigos. O Twitter, que ganhou força antes do Facebook, tinha a proposta do anonimato e da argumentação. O Facebook, por sua vez, oferece maior proximidade. Essa mudança no comportamento do consumidor levanta a questão: o Facebook precisa se renovar para não desaparecer?
Redes Sociais Segmentadas: Uma Tendência Crescente
As pessoas estão aderindo cada vez mais a redes sociais segmentadas, dedicadas a interesses específicos, como futebol, pesca, animais de estimação, restaurantes, livros e cinema. Essa segmentação reflete o conceito original de rede social, onde grupos se reúnem para discutir assuntos de interesse comum. O caminho é a segmentação, que oferece vantagens como o acesso a conteúdos específicos, mas também pode limitar a descoberta de novas coisas.
Existem até redes sociais dedicadas à moda, onde os usuários podem compartilhar looks, receber sugestões e até comprar roupas. Essa tendência de segmentação demonstra a busca por experiências mais personalizadas e relevantes.
A busca por conexões mais relevantes e focadas em interesses específicos parece ser o caminho natural da evolução digital.