Garrafinhas d’água, soro, baixar o ritmo… cada um usa uma estratégia para seguir fazendo esportes sem prejudicar a saúde
Com a chegada do período seco, muitas pessoas sentem os efeitos da baixa umidade do ar durante a prática de exercícios físicos. O cansaço excessivo, o mal-estar e os problemas respiratórios são alguns dos sintomas comuns relatados.
Adaptando a Rotina de Exercícios
Para driblar os efeitos da umidade baixa, muitos praticantes de atividades físicas adaptam seus horários de treino. Preferem os períodos mais frescos do dia, como o início da manhã ou o final da tarde, buscando sombra em parques e locais arborizados. A hidratação também é fundamental, com o consumo de água aumentado para compensar a perda de líquidos.
Cuidados Adicionais e Recomendações de Especialistas
Além da hidratação, alguns praticantes relatam o uso de borrifadores nasais para aliviar o ressecamento das vias respiratórias. Profissionais de saúde e educação física recomendam evitar exercícios entre 10h e 16h, os horários de maior incidência solar e menor umidade. A prática de atividades em locais arborizados também é apontada como benéfica. Uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras e com baixo teor de sal e açúcar, contribui para a hidratação e melhora o desempenho físico.
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Em resumo, a prática de exercícios físicos em períodos de baixa umidade requer atenção e cuidados. A escolha do horário, a hidratação adequada, a localização do treino e uma alimentação balanceada são fatores cruciais para garantir o bem-estar e evitar desconfortos durante as atividades físicas.



