Aloísio Monti Ruggeri Ré afirma que tem entrado com ações individuais para tentar garantir assistência aos pacientes
A Justiça derrubou a liminar que obrigava a prefeitura de Ribeirão Preto e o Estado a fornecerem leitos de UTI em hospitais de outras regiões de São Paulo para pacientes graves em unidades de pronto atendimento da cidade. Apesar da decisão, a Defensoria Pública continua recebendo inúmeros pedidos de ajuda de pessoas na fila de espera por vagas.
Casos recentes e a atuação da Defensoria
Recentemente, uma mãe e sua filha morreram em um intervalo de 24 horas aguardando vagas em unidades de pronto atendimento. O Defensor Público de Ribeirão Preto, Dr. Aloísio Monte Rujere-ré, explica que a Defensoria tem atuado individualmente em cada caso, ingressando com ações judiciais para garantir o atendimento médico adequado. Mesmo com a suspensão da liminar na ação coletiva, a Defensoria continua recebendo demandas e buscando soluções para as famílias afetadas.
A necessidade de uma gestão eficiente e a falta de leitos
O Dr. Aloísio destaca a necessidade de uma gestão mais eficiente do sistema de saúde estadual, considerando a sobrecarga dos hospitais de Ribeirão Preto e a transferência de pacientes de outros estados para São Paulo. Ele argumenta que a falta de leitos e a consequente espera por vagas em UTIs resultam em mortes evitáveis. A expansão do atendimento para outras regiões e uma melhor distribuição de recursos são cruciais para resolver a crise.
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Soluções e como a população pode buscar ajuda
A construção de hospitais de campanha, como medida adotada em outros locais durante a pandemia, é apresentada como uma possível solução para a falta de leitos. Para aqueles que precisam de ajuda, a Defensoria Pública orienta que as famílias entrem em contato por e-mail ([email protected]) com os documentos necessários (relatório médico, etc.) para que possam dar andamento às ações individuais. A Defensoria reforça a importância do trabalho dos profissionais de saúde, mas destaca a urgência em solucionar a falta de leitos e a necessidade de uma gestão mais eficiente do sistema de saúde.



