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Estação Catedral segue sem receber passageiros do transporte público

Terminal, onde já foi gasto R$ 3,4 milhões, foi construído com irregularidades em relação ao projeto original
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Terminal, onde já foi gasto R$ 3,4 milhões, foi construído com irregularidades em relação ao projeto original

Terminal, onde já foi gasto R$ 3,4 milhões, foi construído com irregularidades em relação ao projeto original

As estações de ônibus da Praça das Bandeiras, em Ribeirão Preto, continuam sem previsão de entrega, causando transtornos à população e desperdício de recursos públicos.

Projeto em Análise

A prefeitura afirma ter enviado o projeto de intervenção ao Condephaat, órgão estadual responsável pela análise. No entanto, o processo encontra-se em fase de avaliação no conselho, sem prazo definido para conclusão. A demora gera preocupação, principalmente por conta de irregularidades encontradas nas plataformas construídas pelo Consórcio PróUrbano, como um teto 60 centímetros mais baixo que o previsto, aumentando o risco de acidentes com veículos maiores.

Pressão por Agilidade

O vereador Marcos Papa, presidente da CPI do Transporte, cobra da prefeitura mais pressão sobre o Condephaat para agilizar a análise do projeto. Ele destaca a urgência da situação e a necessidade de priorizar a conclusão das obras para que a população possa usufruir das estações, considerando o alto custo das tarifas do transporte público em Ribeirão Preto e a baixa qualidade do serviço oferecido.

Prejuízos e Ações Legais

Sem uso, as estações sofrem com vandalismo e sujeira, conforme relatos de moradores e do artista Joel Miliot. A auxiliar administrativa Jordana Barros, que utiliza o transporte público diariamente, lamenta a falta das estações, principalmente com a chegada das chuvas. O Ministério Público, por sua vez, entrou com uma ação, dando um prazo de 45 dias para o Condephaat se manifestar. Caso a prefeitura não atenda às exigências, o promotor Ramon Lopes Neto poderá pedir a demolição das estações, gerando ainda mais prejuízos e atrasos.

A situação demonstra a necessidade de maior agilidade e eficiência na gestão pública, evitando desperdícios e garantindo o acesso a serviços essenciais para a população ribeirão-pretana. O investimento de R$ 3,4 milhões em obras inacabadas e o sofrimento da população com a falta de infraestrutura adequada reforçam a urgência de uma solução rápida e eficaz para o problema.

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