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Estado antecipa e férias escolares para alunos e professores

Aulas foram suspensas para evitar o contágio pelo novo coronavírus; medida vale a partir de segunda-feira (23)
férias escolares
Aulas foram suspensas para evitar o contágio pelo novo coronavírus; medida vale a partir de segunda-feira (23)

Aulas foram suspensas para evitar o contágio pelo novo coronavírus; medida vale a partir de segunda-feira (23)

De 23 de março a 20 de abril, alunos e professores da rede estadual de São Paulo terão recessos e férias escolares antecipadas. Caso o isolamento social por conta do novo coronavírus se prolongue, o ensino será realizado à distância.

Antecipação das Férias e Recesso Escolar

A medida, segundo o subsecretário de articulação do Estado, Henrique Pimentel Filho, visa evitar prejuízos aos alunos. O governo se prepara para um possível período de paralisação mais longo que o inicialmente previsto. A legislação prevê 200 dias letivos, totalizando 800 horas de aulas, e o cronograma de como isso será cumprido ainda está sendo estudado.

Alternativas para o Ensino Remoto

Serão exploradas diferentes ferramentas para o ensino à distância, incluindo plataformas online e materiais offline para alunos com dificuldades de acesso à tecnologia. A preocupação com alunos mais novos, para os quais a tecnologia pode não ser a ferramenta ideal, também está presente. Na região de Ribeirão Preto, 102 escolas (29 em Jaboticabal e 29 em Sertãozinho) somam mais de 100 mil alunos e 5.300 professores. Em todo o estado, o adiantamento das férias atinge 150 mil professores e auxiliares, além de 15 mil profissionais do Centro Paula Souza.

Desafios e Preocupações

Apesar da afirmação do subsecretário de que os professores podem desenvolver atividades durante o recesso (até 6 de abril), com férias apenas de 6 a 20 de abril, a diretora da associação dos professores de São Paulo, Ana Amália Cortarelli, considera os 15 dias de férias insuficientes para o afastamento social necessário. A associação também questiona a viabilidade do ensino à distância, alegando falta de infraestrutura e acesso à internet para a maioria dos alunos. O governo busca parceiros para garantir acesso à internet, e estuda formas de fornecer cestas de alimentos para estudantes em situação de vulnerabilidade. A merenda escolar será suspensa durante o período.

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