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Estância turística de Águas da Prata vira alvo de investigação

Ministério Público irá apurar abandono de quase duas décadas
investigação Águas da Prata
Ministério Público irá apurar abandono de quase duas décadas

Ministério Público irá apurar abandono de quase duas décadas

Um balneário em Águas da Prata, interior de São Paulo, que deveria ser um ponto turístico e de lazer, encontra-se abandonado há 19 anos e em estado de deterioração. A situação preocupante chamou a atenção do Ministério Público Federal (MPF), que oficiou a prefeitura da cidade para obter informações sobre as condições do prédio.

Prefeitura em foco

O MPF considera a situação um dever do poder público, devendo o balneário ser utilizado para a finalidade a que se destina. O procurador responsável, Guilherme Rocha, afirmou que um bem público não pode permanecer abandonado sem perspectivas de revitalização, principalmente um com potencial turístico como este. Para discutir a revitalização, uma reunião será marcada com representantes da sociedade civil e do poder público.

Busca por soluções e recursos

O prefeito de Águas da Prata, Carlos Henrique Desena, tem até 6 de março para apresentar informações ao MPF e garante que cumprirá o prazo. Ele afirma que há interesse do setor privado em parcerias para a revitalização, e que a prefeitura busca recursos junto ao governo estadual e ao Ministério do Turismo. O investimento estimado para a reforma é de R$ 5 milhões, devido ao estado de degradação do prédio, incluindo furtos de itens como torneiras e chuveiros, além da sujeira e danos nas piscinas.

Esforços para revitalização

Apesar do atual estado de abandono, o balneário de Águas da Prata já foi considerado um dos mais modernos da América do Sul. Com a união de esforços entre o poder público, iniciativa privada e a sociedade civil, espera-se que este importante patrimônio seja recuperado e volte a servir à população, impulsionando o turismo local.

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