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Estoque de kits intubação é preocupante nos hospitais de Ribeirão

Segundo o Sec. da Saúde da cidade, situação acontece desde que o Ministério da Saúde confiscou os produtos dos fornecedores
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Segundo o Sec. da Saúde da cidade, situação acontece desde que o Ministério da Saúde confiscou os produtos dos fornecedores

Segundo o Sec. da Saúde da cidade, situação acontece desde que o Ministério da Saúde confiscou os produtos dos fornecedores

Falta de Medicamentos para Intubação Preocupa Ribeirão Preto

A falta de medicamentos para intubação, os chamados ‘kits de intubação’, que incluem relaxantes musculares e sedativos essenciais para o tratamento de pacientes com Covid-19 em estado grave, gerou alerta em Ribeirão Preto e em outras regiões do país. A situação é considerada crítica em diversos hospitais, com estoques se esgotando em poucos dias.

Estoques Críticos e Impactos nos Hospitais

No Hospital Santa Lydia, por exemplo, o estoque de medicamentos para intubação pode acabar em apenas três dias. A direção do hospital relatou dificuldades em cumprir contratos com fornecedores e em receber o que foi combinado com o Ministério da Saúde. A falta de agulhas e seringas também agrava a situação. O Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, o maior da região, possui estoque para apenas duas semanas, e as compras para reposição estão atrasadas.

Ministério da Saúde e a Busca por Soluções

O problema, segundo o secretário municipal de Saúde de Ribeirão Preto, Sandro Scarpellini, começou quando o Ministério da Saúde confiscou medicamentos de empresas fornecedoras, impactando o cumprimento de contratos. Embora o Ministério tenha prometido a devolução dos medicamentos, isso não ocorreu, agravando a situação. O Ministério da Saúde informou que o Brasil deve receber, em até 10 dias, os medicamentos em falta, e que um pregão internacional será aberto para novas compras. O governo do Estado de São Paulo também cobrou providências do Ministério da Saúde, alertando sobre a iminência do esgotamento dos estoques em 643 hospitais paulistas. Apesar da situação crítica, até o momento, nenhum paciente em Ribeirão Preto ficou sem atendimento por falta de medicamentos. No entanto, a falta de planejamento e a incerteza sobre o fornecimento geram grande preocupação.

A situação delicada em Ribeirão Preto reflete um problema nacional. A urgência em resolver a falta de medicamentos para intubação é crucial para garantir o tratamento adequado de pacientes graves com Covid-19 e evitar que o sistema de saúde entre em colapso. A busca por soluções e a pressão sobre o Ministério da Saúde são fundamentais para evitar desabastecimento e garantir o atendimento à população.

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