Aumento acontece nas rodovias que cortam Monte Alto, Colina, Pirangi, Taiúva, Jaboticabal e Dobrada
O aumento nas tarifas de pedágio em rodovias da região está impactando diretamente o orçamento de motoristas e empresas de transporte.
Reajuste e Impacto Financeiro
Com reajustes de 8,5% em algumas praças, o custo do transporte de cargas e entregas ficou mais caro. Transportadoras que realizam cerca de 100 entregas diárias em todo o estado sentem o peso do aumento, que se soma aos custos já elevados de combustível (com alta superior a 20%). A tendência é repassar esse custo extra para o cliente, devido à impossibilidade de absorver a diferença.
Desafios para Empresas de Entrega
Mesmo empresas de entregas menores, que utilizam motocicletas, são afetadas. O aumento do pedágio, mesmo em valores aparentemente pequenos por viagem, se torna significativo ao longo do dia. Em um exemplo citado, uma viagem de 90 km pode gerar um acréscimo de R$ 16,00 apenas em pedágios, impactando diretamente na lucratividade. A absorção desse custo pelas empresas torna-se inviável, forçando o repasse ao consumidor final.
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Opinião de Especialistas e Possíveis Soluções
O economista José Rita Moreira critica a decisão do governo em liberar o aumento, especialmente no atual momento de recuperação econômica. Ele sugere que o governo poderia minimizar o impacto, reduzindo a contribuição das concessionárias ou adiando o reajuste para um momento mais oportuno. Vale ressaltar que algumas praças de pedágio não sofreram reajuste devido a diferentes prazos contratuais.
O aumento do pedágio impacta diretamente motoristas e empresas de transporte, afetando a logística e os custos de entregas em toda a região. A busca por soluções que minimizem o impacto desse reajuste é fundamental para garantir a sustentabilidade do setor e evitar que o ônus recaia exclusivamente sobre os consumidores.



