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Estreia de Stranger Things derruba Netflix e impulsiona onda de nostalgia nas redes e no mercado

Estreia de Stranger Things derruba Netflix e impulsiona onda de nostalgia nas redes e no mercado
Stranger Things Netflix
Estreia de Stranger Things derruba Netflix e impulsiona onda de nostalgia nas redes e no mercado

Estreia de Stranger Things derruba Netflix e impulsiona onda de nostalgia nas redes e no mercado

A estreia da quinta temporada de Stranger Things causou um grande impacto, não apenas congestionando a Netflix, mas também dominando as redes sociais, onde os fãs compartilharam teorias, comentaram cenas e impulsionaram hashtags. O impacto se estendeu ao mercado, com marcas de diversos setores aproveitando a nostalgia para relançar produtos e campanhas.

O Fenômeno Stranger Things: Streaming, Redes Sociais e Mercado

O sucesso da série pode ser atribuído a vários fatores. O intervalo de quatro anos entre as temporadas permitiu que o público revisitasse os episódios anteriores e criasse teorias. A série liderou em 91 países e atraiu milhões de espectadores no primeiro dia. A construção da série, com personagens dinâmicos e referências à cultura nerd, como Dungeons and Dragons e Atari, também contribuiu para o sucesso.

A Nostalgia como Motor: Geração Z e Millennials

A nostalgia tem crescido como um movimento impulsionado por duas razões principais. A primeira é o desejo de reviver um mundo sem tecnologia, especialmente entre os Millennials, que vivenciaram essa transição. A segunda é a curiosidade da Geração Z, que nasceu com a tecnologia e busca experiências diferentes. As redes sociais amplificaram esse movimento, apresentando ídolos antigos como Queen, Kate Bush e Michael Jackson para novas audiências.

Marcas e a Onda Nostálgica: Estratégias de Marketing

Muitas marcas têm utilizado a nostalgia em produtos e campanhas, aproveitando o sucesso de Stranger Things para atrair consumidores. Esse movimento começou durante a pandemia, quando as marcas buscaram se aproximar dos consumidores de forma mais humana. O Macmill em São Paulo, decorado com o mundo invertido da série, e a Cimed, que pagou pelos direitos de uso da marca para criar um batom temático, são exemplos de como as marcas estão explorando a nostalgia. O retorno da turma do Ronald McDonald’s e a Magalu, utilizando inteligência artificial para criar homenagens a pais falecidos, também demonstram essa tendência.

As redes sociais potencializam esse efeito emocional, criando espaços para que as pessoas discutam suas saudades e emoções, revivendo memórias e encontrando apoio em grupos com interesses em comum. A nostalgia se tornou um tempero para essas conversas, ajudando a lidar com as mudanças e a resgatar um senso de comunidade que havia se perdido.

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