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Estudante de Ribeirão que matou mulher em Passos-MG, deve se apresentar à Polícia Civil nesta quinta (25)

Autoridades afirmam que jovem, de 19 anos, estava embriagado e dirigindo em alta velocidade; Justiça decretou prisão preventiva
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Autoridades afirmam que jovem, de 19 anos, estava embriagado e dirigindo em alta velocidade; Justiça decretou prisão preventiva

Autoridades afirmam que jovem, de 19 anos, estava embriagado e dirigindo em alta velocidade; Justiça decretou prisão preventiva

A Polícia Civil de Minas Gerais investiga as circunstâncias do acidente que vitimou Fabiana Garcia Brito, ocorrido na última sexta-feira em Passos. O principal suspeito, Pedro Apeu, de 19 anos, estava ao volante de um veículo e desrespeitou sinais de parada obrigatória, segundo imagens de câmeras de segurança.

Velocidade e embriaguez

Novas informações apontam que Pedro dirigia acima do limite de velocidade permitido na região central de Passos (40 km/h). Laudos periciais estão sendo elaborados para determinar a velocidade exata do veículo no momento da colisão. Além disso, o teste do bafômetro comprovou que o suspeito estava embriagado.

Prisão Preventiva e Homicídio Culposo

A Justiça de Minas Gerais decretou a prisão preventiva de Pedro Apeu na segunda-feira. O delegado Marcos Pimenta classificou o caso como de extrema importância e afirmou que a parceria com a Polícia Civil de São Paulo auxilia nas investigações. Inicialmente, o suspeito foi liberado após o registro da ocorrência, mas com as novas provas, a investigação aponta para a possibilidade de enquadramento por homicídio culposo, devido à combinação de alta velocidade, desrespeito à sinalização e embriaguez ao volante. A defesa da família de Fabiana, entretanto, busca o enquadramento por homicídio doloso, alegando que o veículo de Pedro estava a 90 km/h no momento do acidente.

Desdobramentos e Pedido de Habeas Corpus

Pedro Apeu é considerado foragido e a expectativa é que ele se apresente à polícia nesta quinta-feira. Sua defesa entrou com um pedido de habeas corpus para mantê-lo em liberdade durante o inquérito, pedido negado na noite de ontem, aguardando-se o julgamento do mérito. A advogada Claudia Seixas representa o suspeito. O caso permanece em investigação, com a Polícia Civil buscando esclarecer todos os detalhes para a responsabilização do envolvido.

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