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Estudante morre após sofrer mal súbito em escola de Jardinópolis

Ouça a reportagem da CBN Ribeirão com Marisa Fernandes
mal súbito em escola
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A comunidade escolar de Jardinópolis, São Paulo, está de luto pela morte de Gustavo Gregi, um estudante de 17 anos que faleceu repentinamente durante uma aula de educação física. O incidente chocou colegas e professores, que descrevem o jovem como um garoto extrovertido e querido por todos.

O Momento da Tragédia

Testemunhas relatam que Gustavo desmaiou repentinamente na quadra, momentos antes do início das atividades físicas. “Eu estava na quadra com ele, aí a gente ia começar a jogar. Assim que começou, eu olhei para frente e o Gustavo já caiu”, disse um colega. A situação rapidamente se tornou crítica, com o jovem apresentando sinais de parada cardiorrespiratória. “Do nada ele caiu, começou a ficar roxo e a gente não sabia o que fazer”, acrescentou outro aluno.

Atendimento de Emergência

A pronta intervenção de uma professora de biologia, que também era enfermeira, foi crucial. Ela iniciou os primeiros socorros ainda na quadra, enquanto a direção da escola acionava o SAMU. “Se não fosse uma enfermeira que chegasse lá na hora, acho que ele teria se apagado lá”, comentou um colega. A equipe do SAMU chegou em cerca de dez minutos e continuou os esforços de reanimação, aplicando inclusive choques elétricos. Apesar dos esforços prolongados, que ultrapassaram o tempo recomendado pelo protocolo, não foi possível reverter o quadro.

Fatores Contribuintes

A causa exata da morte ainda não foi determinada, mas a família informou que Gustavo possuía uma síndrome genética rara, que causa malformações em diversos órgãos, incluindo o coração. Além disso, parentes expressaram preocupação com os hábitos do adolescente, que passava longas horas no computador, negligenciando a alimentação e o sono. “Direto, não tinha uma vida social, vamos dizer assim, corpo a corpo, simplesmente uma vida virtual muito acentual”, relatou um primo. A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou que a escola não tinha conhecimento de nenhuma condição de saúde que impedisse o aluno de participar das aulas de educação física.

A perda de Gustavo deixa uma lacuna na comunidade escolar e levanta questões sobre a importância do acompanhamento da saúde dos jovens e do equilíbrio entre atividades virtuais e físicas.

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