Cerca de 90% das escolas em Ribeirão possuem problemas estruturais; casos de roubo e vandalismo são corriqueiros
Funcionárias da escola Crest e Deolinda Gasparini chegaram ao trabalho e encontraram seis cadeados estourados. Ladrões invadiram o local no fim de semana, furtando quatro torneiras com filtros, um aparelho de DVD e um rádio. Este é o segundo furto na escola em 2019.
Invasão e Insegurança
Apesar de as aulas não terem sido suspensas, o ocorrido gerou transtornos e insegurança. Funcionários, que preferiram não se identificar, acreditam que os ladrões entraram pelo muro dos fundos, próximo a um prédio desativado da ERP. Moradores relatam invasões frequentes por moradores de rua e usuários de drogas, que utilizam o local como abrigo. A prefeitura afirma que a Guarda Civil Municipal intensificou a segurança na região, mas não se pronunciou sobre as reclamações sobre o prédio da ERP.
Problemas Adicionais: AVCB e Segurança
Além dos furtos, a Secretaria da Educação enfrenta o desafio da falta de AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) em escolas municipais. A Escola Antônio Palosse, por exemplo, apresenta problemas elétricos e risco de incêndio, levando a diretoria a convocar os pais na semana passada. A secretária da Educação, Luciana Rodrigues, afirmou que a prefeitura está tomando providências, incluindo licitações para melhorias na parte hidráulica e elétrica das escolas e a emissão dos AVCBs. Como medida preventiva na Escola Antônio Palosse, os aparelhos de ar condicionado foram desligados.
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Situação Atual
Embora as aulas continuem, a maioria dos pais decidiu não enviar seus filhos à escola até que os problemas de segurança e infraestrutura sejam resolvidos. A situação demonstra a preocupação da comunidade escolar com a segurança e a necessidade de ações efetivas por parte das autoridades para garantir um ambiente escolar adequado e seguro.



