Quem analisa o levantamento, feito por uma universidade, é David Forli Inocente na coluna ‘CBN Carreiras e Lideranças’
Um estudo da Universidade de Carruz, na Alemanha, revelou que lideranças femininas tendem a ser mais justas na distribuição de recursos do que líderes masculinos. A pesquisa, conduzida pela professora Nora Zeck, indica que homens tomam decisões menos altruístas e éticas, privilegiando-se em detrimento de suas equipes.
Liderança feminina e justiça na distribuição de recursos
A pesquisa da professora Zeck demonstra que, em situações que exigem a alocação de recursos, líderes homens frequentemente priorizam seus próprios interesses, enquanto mulheres tendem a distribuir os recursos de forma mais equitativa entre a empresa e seus colaboradores. Essa diferença de comportamento resulta em melhores condições para as equipes lideradas por mulheres.
Benefícios da liderança feminina para as organizações
A participação feminina em cargos de liderança tem demonstrado resultados positivos para as empresas. Mulheres em posições de CEO e C-level, por exemplo, tendem a apresentar uma visão mais sistêmica, focando em resultados de longo prazo, diálogo, e inclusão. Elas demonstram menos dogmatismo e rigidez, promovendo um ambiente de trabalho mais colaborativo e aberto.
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Aprendendo com a liderança feminina
O altruísmo, a capacidade de se colocar no lugar do outro, é uma característica frequentemente associada à liderança feminina. Homens podem aprender com esse comportamento, cultivando a humildade e o aprendizado para construir um ambiente de trabalho mais justo e equilibrado. Observar e compreender as práticas bem-sucedidas de lideranças femininas é fundamental para a construção de uma sociedade mais igualitária e integrada.