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Estudo da fundação Oswaldo Cruz aponta que o álcool causa, em média, 12 mortes por hora

Médico neurologista, Thiago Apolinário, explica os efeitos da substância no nosso organismo e quais cuidados tomar
Estudo da fundação Oswaldo Cruz aponta
Médico neurologista, Thiago Apolinário, explica os efeitos da substância no nosso organismo e quais cuidados tomar

Médico neurologista, Thiago Apolinário, explica os efeitos da substância no nosso organismo e quais cuidados tomar

Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz revelou que o consumo de álcool é responsável por uma média de 12 mortes por hora no Brasil — Estudo da fundação Oswaldo Cruz aponta —. O médico neurologista Tiago Apolinário explicou os efeitos do álcool na saúde humana.

Efeitos do álcool no sistema nervoso

O álcool é uma substância psicoativa que atua como depressora do sistema nervoso central, reduzindo a atividade cerebral ao interferir na neurotransmissão. Ele intensifica as substâncias inibitórias, o que diminui várias funções neurológicas e altera comportamentos.

Impactos no comportamento e riscos: Inicialmente, o consumo de álcool provoca relaxamento e redução da ansiedade, tornando a pessoa mais falante e sociável. Contudo, com o aumento da concentração no sangue, surgem efeitos negativos como prejuízo na coordenação motora, no tempo de reflexos e na tomada de decisões, que podem se tornar impulsivas e arriscadas. Isso pode levar a ultrapassagens perigosas, envolvimento em brigas e comportamentos violentos.

Consequências e sinais de prejuízo: Além das mortes relacionadas a acidentes, o álcool está associado a doenças hepáticas, câncer e outros problemas de saúde. Mesmo em pequenas quantidades, pode causar prejuízos. Sinais de comprometimento incluem interferência no trabalho, nas relações pessoais e no controle do humor. É importante que pessoas próximas sinalizem esses efeitos quando observados.

Orientações e desafios no reconhecimento do problema: No uso agudo, é recomendado que a pessoa não dirija nem opere máquinas devido à redução dos reflexos e da coordenação motora, que aumentam o risco de acidentes. Um dos maiores desafios é o reconhecimento do padrão nocivo de consumo pelo próprio indivíduo, que muitas vezes nega problemas relacionados ao uso do álcool. Avaliar o nível de comprometimento é fundamental para o diagnóstico e tratamento.

Entenda melhor

O estudo da Fundação Oswaldo Cruz destaca a gravidade do impacto do álcool na saúde pública brasileira, evidenciando a necessidade de conscientização e medidas preventivas para reduzir os danos associados ao seu consumo.

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