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Estudo diz que 40% dos líderes empresariais pensam que a ‘Geração Z’ não está preparada para trabalhar

Levantamento faz referência às turmas de graduação de 2020 a 2023, com jovens nascidos entre 1997 e 2012; David Forli analisa
Geração Z trabalho
Levantamento faz referência às turmas de graduação de 2020 a 2023, com jovens nascidos entre 1997 e 2012; David Forli analisa

Levantamento faz referência às turmas de graduação de 2020 a 2023, com jovens nascidos entre 1997 e 2012; David Forli analisa

A geração Z, nascida entre 1997 e 2012, tem apresentado desafios no mercado de trabalho, gerando conflitos entre jovens e líderes mais experientes. Há reclamações de ambos os lados: os jovens sentem dificuldades em progredir na carreira, enquanto os líderes percebem falta de comprometimento.

Diferenças Geracionais

Uma pesquisa da MindMiners aponta diferenças significativas entre gerações. Enquanto gerações anteriores priorizavam a conformidade e a busca por aceitação, a geração Z valoriza o autocuidado, a qualidade de vida, a autonomia e a autenticidade. Líderes mais velhos, acostumados a um modelo de gestão tradicional, podem ter dificuldades em se adaptar a essa nova realidade.

O Conflito de Visões

A geração Z busca originalidade e expressa-se de forma diferente, muitas vezes desafiando padrões estéticos tradicionais. Essa busca por autenticidade contrasta com a expectativa de alguns líderes por uma entrega mais padronizada. O desafio não está na falta de habilidade, mas sim em diferentes perspectivas comportamentais e de comunicação. Uma diretora do Bradesco Seguros destaca a importância da adaptação da liderança para se comunicar e atender às expectativas dessa nova força de trabalho, representando 20% de seus 7.000 funcionários.

Construindo Pontes

A solução para esse conflito reside na comunicação constante e no alinhamento de expectativas. Líderes precisam explicar os objetivos e o porquê das decisões, enquanto os jovens devem questionar e buscar entender os caminhos traçados. Promover a integração entre gerações, criar oportunidades de desenvolvimento e utilizar dinâmicas que promovam a compreensão mútua são estratégias eficazes. A flexibilidade dos jovens e a capacidade de adaptação dos líderes são cruciais para o sucesso dessa integração. Ignorar essa questão pode levar a altas taxas de rotatividade e custos elevados para as empresas. O medo da geração Z de ser substituída pela tecnologia é natural, mas precisa ser contextualizado e superado através do diálogo e da compreensão.

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