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Estudo utiliza IA para projetar futuro do Aquífero Guarani em Ribeirão Preto

Projeto da Prefeitura por R$ 2,1 milhões deve demonstrar capacidade de captação sustentável para a cidade nos próximos anos
Aquífero Guarani
Projeto da Prefeitura por R$ 2,1 milhões deve demonstrar capacidade de captação sustentável para a cidade nos próximos anos

Projeto da Prefeitura por R$ 2,1 milhões deve demonstrar capacidade de captação sustentável para a cidade nos próximos anos

Ribeirão Preto, banhada 100% pelo Aquífero Guarani, enfrenta desafios relacionados à sustentabilidade hídrica. Um novo estudo, previsto para ser concluído em 2026, utilizará inteligência artificial para avaliar o nível de comprometimento das reservas subterrâneas e determinar a capacidade de exploração sustentável da fonte hídrica.

Estudo da Inteligência Artificial e o Aquífero Guarani

As primeiras conclusões indicam estresse hídrico na região central, com rebaixamento do nível da água devido ao acúmulo de postos de captação. A Saerp, agência reguladora de águas do estado de São Paulo, apresentou os resultados iniciais, que também apontam para perdas hídricas significativas na rede de distribuição. Ribeirão Preto apresenta uma captação média de 4 mil litros de água por segundo, com cerca de 41% perdidos, um índice acima da média nacional.

Alternativas e Soluções para a Crise Hídrica

Além do estudo do Aquífero Guarani, a prefeitura de Ribeirão Preto também investiga alternativas de captação de água em rios da região, buscando diversificar as fontes de abastecimento e reduzir a dependência exclusiva do aquífero. Esta medida visa aliviar a pressão sobre o Aquífero Guarani e garantir o fornecimento de água à população.

Falta de Insumos para Pacientes com Diabetes

A falta de insumos para pacientes com diabetes na rede pública de saúde é outro problema preocupante. Em Ribeirão Preto e Franca, pacientes relatam dificuldades em obter medicamentos e equipamentos essenciais, sendo obrigados a arcar com custos que chegam a R$ 3.500 mensais. Enquanto o Departamento Regional de Saúde de Franca avalia o remanejamento de insumos, a Secretaria Municipal de Saúde de Franca afirma fornecer itens na Casa do Diabético, com exceção do sensor de glicemia, que está em falta.

A situação hídrica em Ribeirão Preto e o acesso a medicamentos para pacientes com diabetes exigem atenção e soluções urgentes. A combinação de estudos tecnológicos com ações práticas para a conservação de água e o fornecimento adequado de medicamentos é crucial para garantir a qualidade de vida da população.

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