Cristina Trovó explica os principais reflexos na nossa refeição; ouça a coluna ‘CBN Nutrição’
A influência da mídia social na alimentação tem sido um tema crescente de preocupação. Embora a maioria das pessoas tenha conhecimento básico sobre nutrição, estudos demonstram que as plataformas digitais, como o Instagram, exercem impacto negativo nos hábitos alimentares.
Impactos negativos da mídia social na alimentação
De acordo com a nutricionista Cristina Trovó, a exposição frequente a propagandas de alimentos pode levar ao consumo excessivo e até à compulsão alimentar. A idealização de corpos magros e inatingíveis nas redes sociais pode, por outro lado, resultar em restrições alimentares e transtornos, como a depressão e anorexia.
Como evitar os efeitos negativos
Para minimizar esses impactos, Cristina recomenda a escolha cuidadosa de perfis confiáveis a serem seguidos nas redes sociais, evitando o excesso de tempo de exposição e o uso do celular durante as refeições. A especialista enfatiza a importância de não acreditar cegamente em tudo o que se vê ou lê na internet, uma vez que a disseminação de fake news é um problema recorrente.
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Aspectos positivos e a orientação aos pais
Apesar dos aspectos negativos, a nutricionista destaca que nem toda a influência da mídia é prejudicial. A seleção adequada de perfis e a análise crítica do conteúdo podem trazer benefícios. Cristina aconselha os pais a monitorarem os perfis que seus filhos seguem, garantindo que as informações recebidas sejam confiáveis e contribuam para uma alimentação saudável. A conversa aberta entre pais e filhos sobre o tema é fundamental para evitar orientações equivocadas e promover hábitos alimentares positivos.
Em resumo, a mídia social exerce uma influência significativa na alimentação, podendo ser tanto negativa quanto positiva. A conscientização, a seleção crítica de conteúdo e a orientação familiar são essenciais para garantir que a interação com as redes sociais contribua para uma alimentação saudável e equilibrada.