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Ex-marido de influenciadora é preso com dinheiro falso no interior de SP

Ex-marido de influenciadora é preso com dinheiro falso no interior de SP
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Ex-marido de influenciadora é preso com dinheiro falso no interior de SP

Ex-marido de influenciadora é preso com dinheiro falso no interior de SP

O ex-marido da influenciadora Anna Pink, Michael Sondgomes da Silva, foi preso no interior de São Paulo sob a suspeita de utilizar dinheiro falso. Sondgomes, que já possui um histórico criminal, voltou para a cadeia após ser flagrado com notas suspeitas.

O Flagrante e a Prisão

De acordo com o boletim de ocorrência, Michael Sondgomes tentou pagar o abastecimento de seu veículo em um posto de combustível com uma nota de R$ 200. A atendente do posto, desconfiada da autenticidade da nota, aceitou o pagamento, mas posteriormente o gerente do estabelecimento constatou a falsidade ao tentar depositar o valor no banco.

A Polícia Militar foi acionada e localizou Sondgomes em uma farmácia, onde foram encontrados R$ 1.300 em notas com suspeita de falsificação. O empresário foi preso em flagrante e encaminhado à cadeia de Franca, aguardando audiência de custódia na Justiça Federal.

Histórico Criminal do Casal

Michael Sondgomes e Anna Pink já haviam sido condenados a 13 anos de prisão por lavagem de dinheiro e organização criminosa. Sondgomes também foi condenado, em julho deste ano, por ameaças contra a ex-mulher. Ele cumpria as penas em liberdade desde abril, após passar três anos preso. Anna Pink também chegou a ser presa em atrássto por descumprir as regras da prisão domiciliar.

A Defesa e o Esquema Fraudulento

A advogada de Sondgomes, Elohraine Luquesse, alega que seu cliente recebeu as notas de um cliente como pagamento de honorários e desconhecia a falsidade. Segundo ela, Sondgomes tentava comprar remédios para seu pai quando foi surpreendido pela prisão.

O casal ganhou notoriedade em 2023 por envolvimento em um esquema fraudulento de empréstimos consignados, que resultou na lavagem de dinheiro e na obtenção ilegal de mais de R$ 10 milhões. As investigações apontaram que o casal firmava contratos em nome de terceiros sem o consentimento deles, expondo os dados pessoais de ao menos 360 mil pessoas.

O caso segue em investigação para determinar a origem das notas falsas e o envolvimento de Sondgomes no esquema. O Banco já confirmou a falsidade da nota de R$ 200, e as demais notas apreendidas serão analisadas pela Polícia Federal.

A situação levanta questionamentos sobre a origem do dinheiro e a possível participação do empresário em atividades ilícitas.

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