A decisão é de uma segunda ação penal da Operação Cartas em Branco; Juliano Mendonça já está preso cautelarmente em Tremembé
Ex-prefeito de Miguelópolis condenado a mais de 17 anos de prisão
Juliano Mendonça Jorgio, ex-prefeito de Miguelópolis, foi condenado a 17 anos de prisão em mais uma ação penal da Operação Cartas em Branco. A sentença, expedida ontem, soma-se a uma condenação anterior de mais de 19 anos e 10 meses, totalizando mais de 36 anos de pena. As acusações envolvem organização criminosa, desvio de verba pública e fraudes em licitações, com valores que ultrapassam R$ 1 milhão.
Detalhes das Condenações
Na nova condenação, Jorgio recebeu 13 anos e seis meses de reclusão em regime fechado por organização criminosa e desvio de verba pública. Acusado também de fraudes em licitações, ele terá que cumprir mais quatro anos e dois meses em regime semiaberto. A primeira condenação, em novembro, o sentenciou a mais de 19 anos e 10 meses de prisão, além de multa de R$ 300 mil, por desvio de dinheiro público e oferta de vantagem a funcionário público. Cabe recurso às decisões no Tribunal de Justiça de São Paulo.
Situação Atual e Próximos Passos
Preso cautelarmente desde abril de 2022 na penitenciária de Tremembé, Jorgio ainda enfrenta pelo menos mais três ações penais, além de processos civis por improbidade administrativa, segundo o Gaeco. A defesa do ex-prefeito, representada pela advogada Maria Cláudia Seixas, ainda não foi notificada oficialmente sobre a nova condenação e se manifestará em momento oportuno.
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O ex-prefeito de Miguelópolis enfrenta uma situação jurídica complexa, com diversas condenações e processos em andamento. A Operação Cartas em Branco continua a investigar irregularidades na prefeitura, com diversas ações penais e civis ainda em curso.



