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Exército expulsa seis militares suspeitos de agressão a soldado em Pirassununga

Jovem de 19 anos diz que foi agredido com cabo de vassoura, remo de panela e ripa de madeira; acusados responderão com civis
Exército expulsa seis militares suspeitos de
Jovem de 19 anos diz que foi agredido com cabo de vassoura, remo de panela e ripa de madeira; acusados responderão com civis

Jovem de 19 anos diz que foi agredido com cabo de vassoura, remo de panela e ripa de madeira; acusados responderão com civis

O Exército expulsou seis militares envolvidos na agressão contra um soldado do 13º Regimento de Cavalaria Mecanizada, Exército expulsa seis militares suspeitos de, em Pirassu. O grupo responderá como civis no processo da justiça militar, segundo informou o Comando Militar do Sudeste, que não especificou os crimes pelos quais eles serão responsabilizados.

O inquérito policial militar foi concluído no dia 20 de janeiro, mas permanece sob sigilo. A vítima relatou que as agressões ocorreram no interior do quartel e que ele foi espancado com objetos como cabo de vassoura, remo de panela industrial e ripas, entre outros. O soldado já prestou depoimento à justiça especializada na semana passada.

Detalhes do caso: Segundo o advogado de defesa do soldado, Pablo Canhadas, o jovem tem passado por tratamento psicológico e psiquiátrico desde as agressões. Ele foi avaliado em 24 de janeiro e afastado das atividades por 45 dias para buscar atendimento, com a licença posteriormente renovada por mais 45 dias. O soldado faz uso de medicamentos antidepressivos e antipsicóticos. A Força Terrestre não confirmou oficialmente a licença, alegando que as informações são de caráter pessoal.

Posicionamento do Exército: Em nota, o Exército Brasileiro repudiou veementemente a prática de maus-tratos ou qualquer ato que viole os direitos fundamentais do cidadão.

Repercussão local: O caso causou indignação na população de Pirassu, que se mostrou horrorizada com os maus-tratos dentro do ambiente do quartel.

Informações adicionais

A reportagem não conseguiu contato com a defesa dos militares envolvidos. O processo segue sob a jurisdição da justiça militar, e detalhes adicionais não foram divulgados.

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