Faculdades USP, Estácio, Anhanguera, Moura Lacerda, Barão de Mauá, Unaerp e Unifran suspenderam as atividades
A greve dos caminhoneiros, que completou oito dias nesta segunda-feira, causou diversos impactos em diferentes setores do país. O transporte de passageiros e a educação foram alguns dos mais afetados.
Impactos na Educação
Devido às dificuldades no transporte, diversas universidades suspenderam as aulas. Entre as instituições afetadas estão a USP, Estácio, Ianguera, Faculdade Moura Lacerda, Barão de Mauá e Unarp. Em Franca, a Unifran também suspendeu as atividades acadêmicas.
Transporte Público e Aéreo
No setor de transporte, a situação também foi complexa. Apesar do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo ter informado a existência de uma pequena quantidade de querosene remanescente no Aeroporto Leite Lopes, suficiente para atender algumas necessidades da aviação comercial, as companhias aéreas Latam, Azul e Passaredo orientaram os passageiros a buscarem informações sobre os voos em seus sites ou telefones de atendimento ao consumidor. Em Ribeirão Preto, o transporte público de ônibus circulou normalmente até as 8h30 da manhã e será retomado às 17h, ficando suspenso no intervalo. Em Franca, os ônibus circularam em horários reduzidos, seguindo os horários de fim de semana em alguns períodos. As aulas municipais em Franca seguiram normalmente no período da manhã, com reunião da diretoria de ensino prevista para definir a situação do turno da tarde.
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A greve dos caminhoneiros trouxe desafios significativos para a população, impactando diretamente a rotina de estudantes e trabalhadores. A situação permanece dinâmica, com atualizações necessárias para acompanhar os desdobramentos em diferentes cidades.



