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Falta de chuvas faz nível dos rios da região caírem

Se não chover nos próximos meses, o período de reprodução dos peixes será prejudicado; algumas cidades já adotaram o racionament
Falta de chuvas
Se não chover nos próximos meses, o período de reprodução dos peixes será prejudicado; algumas cidades já adotaram o racionament

Se não chover nos próximos meses, o período de reprodução dos peixes será prejudicado; algumas cidades já adotaram o racionament

A estiagem prolongada que atinge a região de Ribeirão Preto acende o alerta para a necessidade de economia de água. O nível dos rios Pardo e Mojiguaçu caiu significativamente, preocupando autoridades e população.

Níveis críticos dos rios

Em algumas cidades abastecidas pelo Rio Pardo, como Ribeirão Preto, o nível da água já apresenta queda acentuada. O Rio Mojiguaçu, na região de Pernasunha, sofreu a maior redução, com o nível abaixo dos 70 centímetros em alguns pontos. A situação é mais preocupante no Rio Mojiguaçu, onde a queda é superior à do mesmo período do ano passado, afetando a pesca e a reprodução dos peixes. A estiagem antecipada permitiu até que alguns trechos do rio se tornassem acessíveis a pé.

Impactos e medidas

A falta de chuva afeta não apenas o abastecimento de água, mas também a pesca profissional e o trabalho da polícia ambiental, que enfrenta dificuldades para patrulhar os rios com o nível tão baixo. Cidades como Cruz das Palmeiras já adotaram racionamento de água em horários específicos. Embora Ribeirão Preto seja abastecida pelo Aquífero Guarani, a economia de água é recomendada para toda a região, uma vez que o nível do aquífero também pode ser afetado a longo prazo. Algumas cidades que sofreram com a crise hídrica de 2014/2015 se precaveram com poços e reservatórios, mas o alerta permanece.

A previsão não indica chuvas significativas para os próximos meses. A orientação é para que a população economize água e evite desperdícios, principalmente as cidades que dependem dos mananciais dos rios Pardo e Mojiguaçu. A situação não é tão crítica quanto em 2014, mas a conscientização da população é fundamental para evitar o agravamento do problema. A combinação de temperaturas altas e baixa umidade do ar reforça a necessidade de hidratação.

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