Encontro com Marcelo Queiroga e prefeitos acontece nesta quarta-feira (20); ouça o ‘De Olho na Política’ com Marcelo Fontes
Acompanhamos de perto a situação da falta de medicamentos em Ribeirão Preto e no Brasil. O Conselho Nacional de Médicos apontou mais de duas mil cidades com dificuldades de compra, devido à guerra na Ucrânia e outros fatores internacionais.
Prefeitura busca solução em Brasília
O prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira, viaja a Brasília em 20 de julho para se reunir com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e discutir a falta de medicamentos. A prefeitura afirma que desde julho de 2021, quando a Fundação Santa Lydia passou a fornecer medicamentos para o setor público municipal, não houve grandes problemas. Houve um desabastecimento temporário de moxilina em julho de 2023, mas o estoque foi reposto. Contudo, há dificuldades na compra de pirona injetável e soro injetável, além do aumento de preços (22% em comparação ao ano anterior).
Projetos da Câmara Municipal paralisados
Na Câmara Municipal, alguns projetos estão paralisados devido ao recesso. Um projeto de autoria do vereador Elizeu Rocha, que obriga entregadores de comida e bebidas a fixarem réplicas de suas placas de motocicletas nas bags de entrega, está parado na Comissão de Justiça desde maio de 2022. A proposta visa facilitar a identificação dos entregadores e combater assaltos. O projeto prevê multa para quem não cumprir a norma, mas sua constitucionalidade e a forma de fiscalização ainda precisam ser analisadas. A regulamentação dos food trucks também está parada na Comissão de Justiça há mais de um mês.
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Cenário complexo
A crise econômica, a guerra na Ucrânia, e os problemas logísticos causados pela pandemia afetam a distribuição de insumos farmacêuticos. O Ministério da Saúde afirma estar trabalhando para reduzir impostos e melhorar a aquisição de medicamentos, em contato com a Anvisa. A dificuldade de acesso a medicamentos é maior em cidades menores. Em Franca, por exemplo, embora não haja problemas de estoque, há dificuldades de oferta e aumento de preços. A situação requer atenção e ações conjuntas para garantir o acesso da população aos medicamentos essenciais.