Prefeitura de Ribeirão Preto deu 45 dias de prazo para resolver o problema
A falta de medicamentos na rede pública de Ribeirão Preto tem gerado dificuldades para muitos pacientes. A situação, que se arrasta desde a gestão anterior devido a dívidas com fornecedores, afeta diretamente a população, que precisa recorrer a alternativas muitas vezes custosas.
Pacientes sem acesso a remédios essenciais
Dona Maria Rita Alves Lames, por exemplo, procura desde março pelo aciclovir e meprazol sem sucesso. Kennedy Cardoso, que precisa de sertralina desde o início do ano, também enfrenta dificuldades e tem sido obrigado a comprar o remédio com recursos próprios. A situação se repete para diversos outros pacientes, que precisam enfrentar filas e incertezas quanto ao fornecimento de medicamentos básicos.
Prefeitura promete solução em breve
Segundo Lúcia Helena Rodrigues, chefe da Divisão de Farmácias de Ribeirão Preto, uma licitação foi realizada e a previsão é de que o problema seja resolvido em 45 dias. A negociação de dívidas com fornecedores já permitiu o retorno de alguns itens às unidades de saúde, incluindo meprazol e sertralina. Entretanto, o processo licitatório ainda está em andamento, e a normalização total do abastecimento deve ocorrer em cerca de um mês e meio.
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Falta de medicamentos e dívidas acumuladas
Atualmente, quase 60 itens estão em falta nas farmácias municipais, e a dívida acumulada com fornecedores chega a R$ 2 milhões. Enquanto a prefeitura trabalha para solucionar o problema, a população continua a enfrentar dificuldades no acesso a medicamentos essenciais, impactando diretamente sua saúde e bem-estar.



