Dívidas da Prefeitura de Ribeirão Preto com fornecedores fez com que novos medicamentos não fossem entregues
Falta de medicamentos em unidades de saúde de Ribeirão Preto gera preocupação.
Dívidas e falta de pagamentos
A falta de medicamentos em unidades públicas de saúde de Ribeirão Preto afeta o atendimento a pacientes. Segundo o secretário da saúde, Sandro Scarpellini, 50% a 54% dos medicamentos estão indisponíveis devido à falta de pagamento aos fornecedores. A dívida acumulada da gestão anterior dificulta a renegociação e a assinatura de novos contratos com empresas do setor.
Licitações sem sucesso
A situação é agravada pelo fracasso em licitações recentes. Quase 30% da falta de medicamentos se deve à ausência de propostas de empresas para fornecer remédios à prefeitura. Somando-se a falta de pagamento, quase 80% da escassez tem origem em problemas financeiros ou licitatórios.
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Sem prazo para solução
O secretário Scarpellini reconhece a gravidade da situação, mas afirma que o tempo de gestão é curto para resolver todos os problemas. Não há prazo definido para normalizar o abastecimento de medicamentos na rede pública de Ribeirão Preto. A falta afeta desde antibióticos até remédios psicotrópicos, comprometendo o atendimento à população.



