Vacina protege os bebês contra cinco tipos de doença: difteria, tétano, meningite, coqueluche e Hepatite B
Falta de Vacina Pentavalente Preocupa Pais
Sete meses após o início da escassez da vacina pentavalente em postos de saúde, muitas famílias ainda enfrentam dificuldades para imunizar seus bebês. A situação gera preocupação, pois a vacina protege contra difteria, tétano, meningite, coqueluche e hepatite B, e os bebês precisam de três doses: aos dois, quatro e seis meses de idade.
Impacto na Vida de Famílias
Gisele Oliveira, mãe de Nicolás, de cinco meses, relata a angústia de procurar a vacina sem sucesso. Após conseguir a primeira dose em agosto, ela enfrenta dificuldades para encontrar a segunda dose, mesmo retornando diversas vezes ao posto de saúde. Situação semelhante vive Solange Elias, que, após esgotar as tentativas na rede pública, teve que arcar com o custo de R$ 320 para vacinar seu filho de quatro meses na rede particular, um valor que extrapolou seu orçamento.
Soluções e Previsões
A falta da vacina começou em julho, após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspender lotes produzidos por uma empresa indiana devido a reprovação em testes. A Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto confirma a irregularidade nas entregas, com falta do imunizante em algumas salas de vacina. Embora o Ministério da Saúde tenha confirmado a compra de 6,6 milhões de doses, a distribuição gradativa para todo o Brasil ainda não solucionou o problema. Atualmente, as doses recebidas priorizam bebês de dois meses que ainda não iniciaram o esquema vacinal.
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A falta de vacina pentavalente impacta diretamente a saúde de bebês e a tranquilidade de suas famílias. A busca por soluções efetivas e o fornecimento regular da vacina são cruciais para garantir a proteção integral das crianças.



