Psicóloga, Caroline Rangel, explica alguns dos motivos que levam as pessoas a ficarem sensíveis nesta data
Dezembro: um mês de reflexões e emoções
O Natal se aproxima, e com ele, uma série de sentimentos e reflexões. Para muitos, a data é sinônimo de presentes, decoração especial e família reunida. No entanto, para outros, dezembro pode ser um período de grande introspecção, marcado por emoções mais intensas, seja alegria ou melancolia. A psicóloga Caroline Rangel explica que essa intensificação emocional se deve à necessidade de reavaliar o ano que passou, o que pode gerar uma sensibilidade adicional, tanto para as lembranças positivas quanto para as negativas.
O peso da expectativa e a busca pela felicidade
A pressão social para se sentir feliz e alegre durante as festas de fim de ano também contribui para o aumento da emotividade. Aqueles que não se encaixam nesse ideal de felicidade podem se sentir deslocados ou desanimados. A expectativa de um Natal perfeito pode gerar frustração e intensificar sentimentos negativos, principalmente em pessoas que estão passando por momentos difíceis.
Reações e caminhos para o bem-estar
Diante desse cenário, a esperança surge como um sentimento fundamental. A crença em dias melhores e a possibilidade de recomeços são importantes para enfrentar as dificuldades. A busca por novas atividades, como hobbies, esportes ou mesmo uma mudança de emprego, pode contribuir para o bem-estar. Além disso, a psicóloga destaca a importância de uma rede de apoio formada por amigos, familiares ou profissionais da saúde mental. Cuidar da saúde emocional é essencial para atravessar esse período com mais leveza e serenidade.
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Em suma, o fim do ano é um período de grande intensidade emocional, marcado por reflexões e expectativas. A busca pelo equilíbrio emocional, por meio de autocuidado e apoio social, é fundamental para que possamos aproveitar as festas de fim de ano com mais tranquilidade e bem-estar.



