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Família aguarda há um ano por respostas após morte de bebê no Sinhá Junqueira

Isabella Domiciano deu entrada no hospital duas vezes e recebeu alta; na terceira ela foi internada, mas não resistiu
morte de bebê
Isabella Domiciano deu entrada no hospital duas vezes e recebeu alta; na terceira ela foi internada, mas não resistiu

Isabella Domiciano deu entrada no hospital duas vezes e recebeu alta; na terceira ela foi internada, mas não resistiu

Morte de Isabela: Um Ano Sem Respostas

O caso da morte de Isabela Costa, ocorrida em 2018 na maternidade Sinhá Junqueira, em Miniciano, completa um ano sem solução. A menina, com apenas um ano de idade, faleceu após um quadro de febre, vômitos e inchaço abdominal. Inicialmente atendida na Sinhá Junqueira, Isabela recebeu medicação e teve alta, retornando ao hospital em estado pior. Apesar de exames e internação em UTI, a criança não resistiu.

Investigação em Andamento e Dúvidas da Família

A família de Isabela afirma que a menina não foi submetida a necropsia, exame realizado somente após a exumação, sem resultados conclusivos. O pai, Olímpio Dominiciano Filho, relata suspeitas de erro médico e questiona a demora nas explicações, apontando divergências entre o hospital e o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) sobre a responsabilidade pela ausência da necropsia. A Polícia Civil, por meio da Secretaria de Segurança Pública, não retornou aos contatos da CBN para comentar o caso. O inquérito, de acordo com informações do promotor José Ademir de Campos Borges, aguarda a conclusão do inquérito policial para se posicionar. O Conselho Regional de Medicina (CRM) instaurou sindicância, que segue em sigilo, e o Cremesp informou que os trabalhos estão dentro do prazo legal e que a sindicância aponta indícios de infração ética.

A Busca por Justiça e a Dor da Família

Enquanto a investigação se arrasta, a família de Isabela clama por respostas e justiça. A dor da perda e a incerteza sobre as causas da morte da criança se agravam a cada dia sem esclarecimentos. O acesso ao prontuário médico também se mostra como um obstáculo na busca por respostas. A demora na investigação e o sigilo em torno do caso geram frustração e angústia para os familiares, que lutam para superar a perda e encontrar a verdade sobre a morte de Isabela.

A família busca respostas e clareza sobre o ocorrido, aguardando o desfecho das investigações para, quem sabe, encontrar um mínimo de paz após um ano de sofrimento e incertezas. A ausência de informações e a lentidão do processo judicial agravam a dor da perda e a busca por justiça.

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