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Família de jovem grávida que morreu em acidente na Vila Seixas acusa a Santa Casa de negligência

Gestante, de 23 anos, teve ferimentos graves na colisão, mas recebeu alta após a realização de exames; ela morreu 20 dias depois
negligência Santa Casa
Gestante, de 23 anos, teve ferimentos graves na colisão, mas recebeu alta após a realização de exames; ela morreu 20 dias depois

Gestante, de 23 anos, teve ferimentos graves na colisão, mas recebeu alta após a realização de exames; ela morreu 20 dias depois

Acidente e atendimento inicial

Ana Cristina Lourenço, grávida de 23 anos, foi vítima de um acidente de trânsito em Ribeirão Preto no dia 19 de maio de 2023. Após o acidente, ela foi levada para a Santa Casa, passou por exames e foi liberada. A família relata que o acidente foi grave, com a jovem apresentando sangramento na cabeça e um diagnóstico de traumatismo craniano. Apesar disso, ela recebeu alta médica menos de 24 horas depois.

Alta médica e óbito

Ana Cristina veio a óbito em 10 de junho. O atestado de óbito aponta tromboembolismo pulmonar, pielonefrite (infecção renal) e traumatismo cranioencefálico como causas da morte. O bebê também faleceu. A família questiona a decisão de liberar Ana Cristina tão precocemente, alegando que ela deveria ter ficado internada para observação.

Investigação e posicionamentos

O diretor técnico da Santa Casa, Marcello Puga, explicou que todos os pacientes com politraumatismo são submetidos a um protocolo de avaliação que inclui cirurgião geral, ortopedista e neurocirurgião. Ele afirma que o traumatismo craniano não é sinônimo de internação obrigatória e que exames posteriores não indicaram alterações que justificassem internação prolongada. A família, no entanto, contesta essa versão e alega falha no atendimento. A Secretaria da Saúde de Ribeirão Preto informou que os atendimentos nas UPAs e UBSs serão investigados. A família busca justiça e clama por mudanças na saúde pública.

Após o falecimento de Ana Cristina, a família busca respostas e responsabilização pelos fatos ocorridos. A sequência de atendimentos em diferentes unidades de saúde, culminando com o óbito, levanta questionamentos sobre a qualidade e a eficácia do sistema de saúde local. A investigação em andamento deverá esclarecer os detalhes do caso e apontar possíveis falhas no atendimento médico prestado à jovem.

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