Cerca de um ano após o caso, casal decidiu pelo processo alegando falta de atitude da administração para resolver a situação
Uma família de Ribeirão Preto moveu uma ação judicial contra o condomínio onde residia após sofrer um assalto violento em sua casa.
Assalto e Impotência
Poliana e Caio Baliero, juntamente com seu filho de 11 meses, foram mantidos reféns por mais de duas horas durante o assalto ocorrido na madrugada. O casal relata o trauma profundo e o sentimento de impotência, buscando tratamento psicológico até os dias atuais. Imagens de segurança do condomínio mostram três suspeitos invadindo a propriedade, com um deles permanecendo como vigia enquanto os outros dois realizavam o roubo. Apesar das imagens, até o momento ninguém foi preso.
Falhas de Segurança e Processo Judicial
O casal processa o condomínio por danos morais e materiais, alegando negligência e omissão por parte da administração. Segundo Poliana e Caio, a falta de resposta e a aparente indiferença do condomínio após inúmeras tentativas de diálogo os levaram a buscar a justiça. Eles afirmam que a responsabilidade pelo ocorrido é do condomínio, devido às falhas de segurança que permitiram a invasão.
Leia também
Casos Semelhantes e Impunidade
O caso dos Baliero não é isolado. Outros assaltos em condomínios de Ribeirão Preto e região têm sido registrados, como o caso do empresário Leandro Pereira, que teve seu carro e bicicletas furtados após invasão em seu condomínio. A falta de cobertura da seguradora para o caso de Leandro demonstra a fragilidade da segurança em alguns condomínios e as consequências para os moradores. Apesar da investigação policial em andamento sobre os casos citados, a impunidade preocupa moradores e reforça a necessidade de medidas mais efetivas para garantir a segurança condominial.
A busca por justiça e reparação dos danos sofridos pelos moradores afetados demonstra a gravidade da situação e a necessidade de uma maior responsabilização dos condomínios pela segurança de seus residentes. A falta de resposta por parte do advogado do condomínio onde moravam Caio e Poliana reforça a angústia e a luta pela justiça que a família enfrenta.



