Ouça a reportagem da CBN Ribeirão com Marisa Fernandes
Um estudante de 16 anos, em seu primeiro ano na escola estadual Dr. William Amin, foi vítima de agressão dentro da instituição, gerando revolta em seu pai, que prefere não ser identificado. O incidente levanta questões sobre a assistência prestada pela escola em momentos críticos.
O Incidente e a Demora no Atendimento
Segundo o relato do pai, a família foi notificada pela escola por volta das 22h, informando sobre um incidente grave ocorrido aproximadamente às 21h30. Ao chegarem à escola, encontraram o filho sangrando, com ferimentos no supercílio. O pai questiona a demora no atendimento, alegando que o filho permaneceu cerca de 40 minutos sem assistência adequada. A situação se agravou com a informação de que a diretora estava reunida com o agressor e seus pais, enquanto o jovem ferido aguardava no corredor.
A Versão do Aluno e a Conduta da Escola
O pai relata que o filho, devido à sua altura (1,85m), tinha dificuldades em acomodar as pernas na carteira. Um colega teria chutado suas pernas e, ao questionar a atitude, o agressor o atingiu com dois golpes, causando tontura e sangramento. Após o incidente, o estudante foi levado ao banheiro e, posteriormente, a outra sala, onde seu celular foi retido. A escola teria priorizado o contato com os pais do agressor antes de notificar a família da vítima.
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Repercussões e Indignação da Família
Além da falta de atendimento imediato, o pai critica a escola por não ter acionado o Conselho Tutelar. O Conselho foi informado do caso por um enfermeiro, após o pai levar o filho ao pronto-socorro. Um boletim de ocorrência foi registrado na delegacia por agressão. A família demonstra indignação com a falta de suporte e a forma como a situação foi gerenciada pela instituição de ensino.
A situação levanta discussões sobre os protocolos de segurança e a responsabilidade das escolas em garantir a integridade física e o bem-estar dos alunos.



