Justiça americana cancelou a guarda emergencial que havia sido dada ao pai e Gustavo Gaskin retornará a Santa Rosa de Viterbo
Após um longo dia de audiências, a justiça do estado norte-americano do Tennessee decidiu nesta quinta-feira que Gustavo Gaskin, de 13 anos, poderá retornar ao Brasil. O adolescente, conhecido como Guga, viajou para visitar seu pai durante as férias de junho e não retornou em 29 de julho, data em que sua mãe, Chayene Menegasse, o aguardava.
Acusação de sequestro e decisão judicial
Chayene, que mora em Santa Rosa de Viterbo, acusou o ex-marido, Samuel Gaskin, de sequestro internacional. A audiência, iniciada às 14h (horário de Brasília), durou até 23h30. A justiça decidiu cancelar a guarda emergencial concedida ao pai, Samuel. Além de Samuel e Chayene, Guga também prestou depoimento ao juiz.
Retorno ao Brasil e próximos passos
Atualmente, Guga já está com sua mãe em outra cidade no Tennessee e ambos devem retornar ao Brasil na próxima segunda-feira. A decisão judicial interrompe o processo de pedido de guarda do pai, que estava sendo analisado pela justiça americana. O caso envolveu trâmites complexos, considerando o nascimento de Guga nos Estados Unidos, sua dupla cidadania e a intervenção do Ministério da Justiça brasileiro. Em Santa Rosa de Viterbo, a expectativa pela volta de Guga é grande, principalmente porque durante sua estadia com o pai, ele ficou sem ir à escola e sem contato com familiares no Brasil.
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O caso demonstra a complexidade de disputas de guarda internacional, envolvendo diferentes sistemas jurídicos e a necessidade de garantir o bem-estar da criança em meio a conflitos familiares. A resolução, embora positiva para a mãe e o filho, destaca a importância da cooperação internacional em casos de sequestro internacional de menores.


