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Febraban e bancos associados realizam mutirão de negociação de dívidas e orientação financeira

Programa acontece até dia 30 de novembro; saiba como participar e ouça o comentário do economista Edgard Monforte Merlo
negociação de dívidas
Programa acontece até dia 30 de novembro; saiba como participar e ouça o comentário do economista Edgard Monforte Merlo

Programa acontece até dia 30 de novembro; saiba como participar e ouça o comentário do economista Edgard Monforte Merlo

O Brasil realiza mutirão nacional de negociação de dívidas até 30 de novembro. A iniciativa, promovida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Banco Central do Brasil, Secretaria Nacional do Consumidor e Procons, visa auxiliar pessoas físicas com contas em atraso em instituições financeiras.

Quem pode participar?

Podem participar pessoas com dívidas em bancos ou instituições financeiras, desde que não estejam atreladas a bens dados em garantia (como imóveis ou veículos). A iniciativa é voltada para pessoas endividadas, ou seja, aquelas com compromissos financeiros com parcelas em atraso. Superendividados, que não conseguem arcar com suas dívidas e necessidades básicas, devem procurar órgãos de defesa do consumidor.

Como participar e negociar dívidas?

A negociação pode ser feita diretamente com o banco ou instituição financeira por meio de seus canais oficiais. Outra opção é acessar o portal consumidor.gov.br, onde é possível encontrar instituições participantes e negociar dívidas. Para verificar se há dívidas em atraso, acesse a plataforma do Banco Central.

É importante ressaltar que a negociação se destina a dívidas em atraso. Parcelas em dia não são elegíveis para renegociação. O mutirão oferece a oportunidade de renegociar dívidas de cartão de crédito, cheque especial e outros empréstimos, buscando reduzir juros e multas para facilitar o pagamento.

Evite o endividamento

O professor Edgar Manfort Merlo, da USP de Ribeirão Preto, alerta para os riscos do endividamento e a importância da organização financeira. Ele recomenda planejamento orçamentário, priorizando gastos essenciais e utilizando o crédito com cautela. O uso consciente do cartão de crédito, evitando o rotativo, e a busca por parcelamentos sem juros são medidas preventivas importantes. Economizar parte do 13º salário para auxiliar nas despesas de início de ano também é uma estratégia eficaz para evitar o endividamento.

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