Confira a análise do filme com o crítico Marcos de Castro na coluna ‘Cinema’
O filme Esquadrão Suicida, lançado recentemente nos cinemas, gera debates entre fãs e críticos. Enquanto o lançamento de 2016 foi considerado decepcionante por muitos, a nova versão busca resgatar a franquia.
Uma Nova Abordagem
Ao contrário do filme anterior, essa sequência não exige que o espectador tenha assistido ao primeiro para acompanhar a trama. A história segue um grupo de vilões recrutados pelo governo para uma missão aparentemente pacífica. No entanto, a verdadeira natureza desses personagens é revelada, com vilanias e ações próprias dos vilões, mesmo durante a missão.
Personagens e Ação
O filme equilibra ação eletrizante com momentos mais focados no desenvolvimento dos personagens. O segundo ato, com menos cenas de ação, permite uma exploração mais profunda da psique dos vilões, criando empatia e sofrimento com suas perdas. Apesar de Pacificador e Sanguinário serem os protagonistas centrais, o carisma de Margot Robbie (Arlequina) brilha, roubando a cena em vários momentos. As reviravoltas e mortes inesperadas mantêm a tensão e o interesse do público.
Lançamento e Polêmicas
O lançamento simultâneo nos cinemas e no streaming gera debates. Atores principais, como Margot Robbie, enfrentam conflitos com as produtoras devido à redução de lucros com bilheteria, em comparação com lançamentos exclusivos nos cinemas. Essa nova estratégia de distribuição impacta a indústria cinematográfica e gera incertezas sobre o futuro dos lançamentos de grandes filmes. A experiência completa da tela grande e a pipoca do cinema ainda são destacadas como atrativos para muitos espectadores.


