Palma Travassos, Fredericão e Arena da Fonte estão entre as praças esportivas da região que têm alguma irregularidade
A Federação Paulista de Futebol divulgou na tarde de ontem que 57 estádios de times participantes das quatro divisões do Campeonato Paulista estão interditados. A lista completa não foi divulgada devido ao grande número de estádios envolvidos.
Interdições por Divisão
A interdição afeta estádios de todas as divisões. Na primeira divisão, cinco estádios foram interditados: Arena da Fonte (Araraquara), Gilberto Siqueira Lopes (Lins), José Maria de Campos Maia (Mirassol), Prefeito José Liberatti (Osasco) e Walter Ribeiro (Sorocaba).
Na segunda divisão, os estádios interditados foram o de Fortaleza (Barretos), Osvaldo Escatena (Batatais), Augusto de Mitidi Filho e o estádio do Velo Clube (ambos em Rio Claro), além do Frederico Dalmaso (Certaozinho).
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Já na terceira divisão, os estádios interditados são: Utsunomiya Ferreira Bueno (Matão), Tacília Patrícia Arroyo (Monte Azul Paulista), Maria Teresa Breda (Olímpia), Francisco de Palma Travassos (Ribeirão Preto) e Luiz Augusto de Oliveira (São Carlos). Por fim, na quarta divisão, o estádio Sócrates Estamatatos da Inter de Bebedouro também se encontra interditado.
Impacto e Consequências
A situação, que se repete anualmente, gera preocupação. A reportagem aponta para a falta de estrutura em alguns estádios, como banheiros em condições precárias, como um dos motivos para as interdições. Apesar das interdições, a expectativa é de que não haja grandes consequências imediatas, com os clubes possivelmente realizando reparos de última hora para liberar os estádios.
A situação demonstra um contraste preocupante com a organização do futebol internacional, que se encontra anos-luz à frente em termos de infraestrutura e planejamento. A falta de investimento em infraestrutura e a cultura de improvisação geram um cenário de desmando e relaxamento, que coloca em risco a segurança e a qualidade do esporte no estado.



