Grupo pressiona Prefeitura de Ribeirão Preto para que revisão seja feita com base em critérios técnicos
Entidades de classe de Ribeirão Preto intensificam a pressão sobre a prefeitura e a Câmara Municipal para que contratem uma empresa especializada na elaboração do plano diretor da cidade. O objetivo é garantir que a revisão do plano seja baseada em critérios técnicos e não influenciada por questões políticas.
Impasse Político e Desenvolvimento Urbano
Empresários da região avaliam que a persistente divergência entre a prefeitura e a Câmara, que se arrasta desde 2013, tem prejudicado o desenvolvimento da cidade, especialmente no que diz respeito à expansão imobiliária. O plano diretor, crucial para o planejamento urbano, foi submetido à Câmara em duas ocasiões desde 2014, mas foi rejeitado em ambas devido à falta de consenso político entre os vereadores.
Revisão Urgente e Critérios Técnicos
A última revisão do plano diretor de Ribeirão Preto ocorreu em 2003, durante a gestão do ex-prefeito Gilberto Magione. A legislação exige que o documento seja atualizado a cada dez anos, o que torna a situação atual ainda mais preocupante. O Fórum das Entidades de Ribeirão Preto (Ferp) tem atuado nos bastidores para pressionar o poder público a resolver o impasse e aprovar um novo plano diretor.
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Posicionamento dos Envolvidos
O presidente da Câmara Municipal, Walter Gomes, afirmou que o legislativo sempre esteve aberto ao diálogo e disposto a contribuir para a aprovação do plano diretor. A prefeitura de Ribeirão Preto, por sua vez, não se manifestou diretamente sobre a pressão das entidades de classe. A administração municipal informou apenas que sua equipe técnica está analisando as manifestações da Câmara para, posteriormente, emitir um posicionamento oficial.
A expectativa é que a pressão das entidades de classe e a necessidade urgente de atualização do plano diretor levem a uma solução que impulsione o desenvolvimento de Ribeirão Preto.



