A fibromialgia passou a ser oficialmente reconhecida como deficiência a partir de janeiro, o que representa um avanço para milhares de brasileiros que convivem com a doença. Com a mudança, quem comprovar a condição poderá ter acesso à aposentadoria da pessoa com deficiência, que prevê regras mais vantajosas em relação à idade e ao tempo de contribuição.
O reconhecimento, porém, não é automático. É necessário apresentar laudos médicos atualizados e passar por avaliação do INSS, que inclui perícia e análise biopsicossocial para verificar o grau de impacto da fibromialgia na vida profissional do trabalhador. A expectativa é de aumento na procura pelo benefício, o que pode tornar o processo mais demorado neste início.
A orientação é buscar diagnóstico médico, reunir a documentação e fazer um planejamento previdenciário antes de solicitar o benefício. Os detalhes sobre regras, prazos e direitos você confere no áudio completo da coluna CBN Vida e Aposentadoria.