Estudante afirma que pai tinha marcas de agressão pelo corpo
Dúvidas sobre a versão oficial
Ariane Rocha Ribeiro, filha do policial militar aposentado morto a tiros em um sítio em Ribeirão Preto, contesta a versão apresentada no boletim de ocorrência. O documento aponta o enteado da vítima, uma criança de 11 anos, como autor dos disparos. Ariane, estudante de direito, argumenta que seu pai, com mais de 20 anos de experiência na polícia, teria capacidade para desarmar uma criança portando uma espingarda. Ela relata: “Eu acho que o meu pai, com 22 anos de polícia, conseguiria desarmar qualquer pessoa. Na situação, como ele não conseguiu desarmar uma criança de 11 anos? E ele não está só com um tiro; acabei de vê-lo, ele está com ferimentos na cabeça, arranhões; não é só um tiro”.
Provas não recolhidas e ausências no velório
Ariane afirma ter encontrado diversas provas no local do crime que não foram recolhidas pela polícia. Ela questiona, também, a ausência da companheira de seu pai e mãe da criança, suposta autora dos disparos, durante o velório. A estudante acredita que, além do tiro, seu pai teria se envolvido em uma briga momentos antes de ser baleado.
Investigações em andamento
Ariane contratou um advogado e afirma que irá colaborar com as investigações para esclarecer o caso. A companheira da vítima não foi localizada para comentar o assunto.
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A família busca respostas e justiça em meio a contradições e questionamentos sobre o ocorrido. As investigações policiais prosseguem para determinar as circunstâncias da morte do policial militar aposentado.



