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Fiscalização lacra posto que adulterava combustível em Jardinópolis

Ação foi realizada pelo Ipem e a ANP que flagoru os lacres das bombas violados; estabelecimento já havia sido autuado duas vezes
adulteração de combustível
Ação foi realizada pelo Ipem e a ANP que flagoru os lacres das bombas violados; estabelecimento já havia sido autuado duas vezes

Ação foi realizada pelo Ipem e a ANP que flagoru os lacres das bombas violados; estabelecimento já havia sido autuado duas vezes

Posto de combustível em Jardinópolis é fechado novamente por vender gasolina adulterada

Irregularidades constatadas

Uma operação conjunta entre o Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) e a Polícia Civil resultou no fechamento de um posto de combustível em Jardinópolis. Segundo a reportagem da CBN, o local já havia sido alvo de fiscalização em agosto, quando foi constatada a venda de combustível adulterado e, consequentemente, interditado. Apesar disso, o posto voltou a operar e a comercializar gasolina com 41% de etanol anidro, enquanto o limite permitido é de 27%.

Violações e irregularidades

Além da gasolina adulterada, a fiscalização do Ipem-SP constatou violações nas bombas de combustível, com lacres rompidos e acesso irregular aos dispositivos de regulagem e placas eletrônicas. O gerente do posto não foi encontrado para comentar sobre as acusações. O especialista em regulação do Ipem-SP, Miguel Camacho, explicou que o posto havia sido interditado em 31 de agosto por comercializar gasolina e etanol fora de especificação, com mais de 50% de etanol e presença de metanol. Após um período de manutenção da interdição, a equipe retornou e constatou a reabertura irregular do posto e a continuação da venda de combustível adulterado.

Fiscalização e consequências

O caso em Jardinópolis se assemelha a outro ocorrido em Ribeirão Preto, onde um posto também foi fechado por irregularidades e reabriu irregularmente. A ação demonstra a importância da fiscalização para garantir a qualidade dos combustíveis e a segurança dos consumidores. A operação reforça a necessidade de punições mais severas para coibir a prática da adulteração de combustíveis e a reabertura irregular de postos interditados.

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